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MULHERES VIVAS E SOBERANIA — ADUFC participa do 32º Grito dos/as Excluídos/as em Fortaleza

(Fotos: Nah Jereissati/ADUFC-S.Sind)

No último dia 7 de setembro, a ADUFC se uniu a centenas de pessoas de movimentos e pastorais sociais na 32ª edição do Grito dos Excluídos em Fortaleza. Neste ano, a histórica mobilização foi realizada no bairro do Jangurussu . 

O Grito dos Excluídos/as mantém como tema permanente “Vida em Primeiro Lugar!”. Para 2026, o lema foi “Na defesa da Terra, da Paz e da Moradia, erguemos a voz: Mulheres Vivas e Soberania!”. A edição deste ano relacionou a defesa da soberania às pautas da terra, moradia, paz e enfrentamento à violência contra as mulheres.

A manifestação é um espaço de mobilização e expressão popular que busca dar visibilidade às pessoas e comunidades que muitas vezes permanecem à margem das decisões sociais e políticas.

Ao longo da caminhada, foram apresentados cinco eixos centrais, que expressaram as principais preocupações, desafios e esperanças das comunidades participantes.

As pautas evidenciaram a necessidade de fortalecer a luta por direitos, ampliar a participação popular e construir uma sociedade na qual a dignidade de cada pessoa seja respeitada.

Os eixos também ajudaram a mostrar que as diferentes situações de exclusão estão interligadas. Questões como acesso à moradia, defesa do meio ambiente, promoção da paz, proteção das mulheres e garantia de direitos fazem parte de uma mesma realidade e exigem ações coletivas.

O Prof. André Ferreira, presidente da ADUFC, destacou a importância da seção sindical estar presente levando a pauta da educação e reforçando assim a união da classe trabalhadora e da luta por uma vida digna para o povo brasileiro. 

“A ADUFC está aqui presente se somando nessa luta trazendo também a pauta da educação. Esse é o espaço onde os movimentos de luta se encontram para confraternizar, protestar e para enfatizar suas pautas cotidianas. Esse é um espaço fundamental para unir a classe trabalhadora, unir os segmentos explorados e excluídos da sociedade para lutar por justiça, lutar por inclusão e por um Brasil melhor”, 

Ao final da caminhada, permaneceu o chamado para que comunidades, pastorais, movimentos e organizações continuem unidos na defesa da Terra, da paz, da moradia, dos direitos humanos e de uma vida digna para todos/as/es.

Com informações da Arquidiocese de Fortaleza

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