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MOBILIZAÇÃO POPULAR – Milhares de pessoas participam de ato pelo fim da escala 6×1 no 1º de maio em Fortaleza

(Fotos: Nah Jereissati/ADUFC-S.Sind)

O Dia do Trabalhador foi marcado por mobilização e resistência em Fortaleza. No último 1º de maio, trabalhadores e trabalhadoras de diversas idades ocuparam a Avenida Beira Mar em um ato que reuniu movimentos sociais, sindicatos e organizações populares em defesa de direitos e melhores condições de trabalho.

A caminhada teve início no Espigão da Rui Barbosa e seguiu em direção ao Mercado dos Peixes, reunindo centenas de pessoas em um percurso marcado por palavras de ordem, manifestações culturais e fortalecimento coletivo das lutas sociais.

A ADUFC esteve presente no ato, em articulação com diversas entidades que atuam em defesa da educação pública no Ceará. A participação reafirma o compromisso do sindicato com a defesa dos direitos da classe trabalhadora e com a construção de uma sociedade mais justa.

O presidente da ADUFC, Prof. André Ferreira, destacou a principal pauta da manifestação e explicou a importância da aprovação do fim da escala 6×1.

“Viemos aqui para lutar contra a anistia para golpista, viemos aqui para lutar por liberdade para as mulheres que têm sido perseguidas, assassinadas, viemos aqui para lutar contra o machismo, viemos aqui para lutar pela demarcação das terras indígenas, mas centralmente nesse momento é importante a gente avançar na pauta da redução da jornada de trabalho”, enfatizou.

Esse modelo de trabalho impõe condições precárias para os/as trabalhadores/as, compromete a qualidade de vida e reduz o tempo disponível para o convívio familiar, o lazer e o descanso. Estabelecer o fim da escala 6×1 é, portanto, garantir a ampliação do tempo de descanso, o maior cuidado com a saúde física e mental e a melhor convivência dos/as trabalhadores/as com familiares e amigos. Além de reduzir o desgaste e aumentar a produtividade, a redução da jornada pode gerar milhares de empregos no Brasil.

“É importante que a gente avance nesse sentido para um emprego de melhor qualidade, que possa inclusive atrair a nossa juventude, que possa dar um horizonte para a nossa juventude, que dê à juventude também a possibilidade de trabalhar, mas também acessar a cultura, estudar e acessar a universidade”, destacou Prof. André.

Além das falas políticas, o ato também contou com expressões culturais. O Caldeirão da ADUFC participou com seus brincantes, levando música e energia ao percurso, contribuindo para fortalecer o espírito de luta e união entre os presentes.

Levi Magalhães, regente do Caldeirão da ADUFC, avalia que o grupo se propõe a vivenciar manifestações da cultura popular através da música, sendo um instrumento de resistência e fortalecendo a luta da classe trabalhadora.

“Essa luta está presente nas letras das músicas que cantamos, da forma como dançamos, das brincadeiras e dos brinquedos que ensinam as mestras e mestres da cultura popular. (…) Então o Caldeirão está nesse movimento para mostrar que a cultura popular é resistência, é pertencimento, é identidade, e isso acompanha todas as comunidades, todos os grupos, e como isso nos une, nos liga”, explica.

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