2026 é um ano central para a democracia brasileira. O processo eleitoral que se dará no Brasil a fim de eleger representantes do povo para presidente/a da República, governador/a do estado, senadores/as, deputados/as estaduais e deputados/as federais será o responsável por definir o projeto de país que será escolhido para o Brasil. O pleito eleitoral de 2026 terá um peso diferente: cada brasileiro/a que votar escolherá duas pessoas para o cargo de senador/a. Com isso, o Senado irá renovar 54 das suas 81 cadeiras, ou seja, dois terços da Casa. Serão oito anos de mandato — a próxima década do povo brasileiro depende do resultado das eleições de 2026.
Nos últimos anos, temos acompanhado a maioria dos parlamentares do Congresso Nacional atuar como verdadeiros inimigos do povo: esse é o momento de responder à altura àqueles que foram eleitos/as para representar os interesses do povo brasileiro, mas só defenderam os próprios interesses e os da elite financeira do país. Sem um Congresso Nacional comprometido com a garantia e o avanço dos direitos sociais, os danos para as políticas públicas de educação, saúde, moradia, entre outras, são irreparáveis.
Como docentes que almejam um projeto de país onde uma vida digna para todos seja a régua, entendemos que é imprescindível nos somar de forma educativa ao processo eleitoral para fortalecer a ocupação das instâncias mais importantes de poder do nosso país por políticos comprometidos com a Constituição Federal do Brasil.
Por isso, lançamos a campanha “Educação pela Democracia — Por um Congresso em Defesa do Povo!” com o intuito de ampliar e fortalecer o debate político de viés antifascista, antirracista, anti-LGBTfóbico, antimisógino, antitransfóbico e contrário a toda forma de opressão.
No campo e na cidade, nas ruas e universidades, Educação e Democracia precisam seguir inseparáveis.
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