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VISIBILIDADE TRANS — ADUFC e ANDES-SN participam da 3ª Marsha Trans Brasil em Brasília

(Fotos: Eline Luz/Imprensa ANDES-SN)

No último domingo (25), Brasília foi palco da 3ª Marsha Trans Brasil, mobilização nacional que reuniu milhares de pessoas sob o lema “Brasil soberano é país sem transfobia”. A manifestação marcou mais um capítulo histórico da luta de pessoas trans e travestis por direitos, dignidade e reconhecimento no país.

O ANDES-SN participou de forma expressiva da construção da Marsha, em parceria com a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra). A entidade contribuiu com a organização de caravanas de docentes e estudantes de diversas regiões do Brasil, reafirmando seu compromisso com a defesa de pautas centrais da classe trabalhadora e da população trans. A implementação de cotas para pessoas trans e travestis nas universidades e institutos federais, a garantia de emprego digno, com o fim da escala 6×1, e o acesso a direitos básicos como saúde, educação e uma vida livre de violência foram as principais reivindicações do movimento.

Para a 2ª vice-presidenta do ANDES-SN, Prof.ª Letícia Carolina Nascimento, o Sindicato Nacional não poderia ficar de fora da construção de uma marcha tão importante, que marca o início de um ano de eleições e de intensificação das lutas dos movimentos sociais.

“Precisamos pautar a luta contra o preconceito à população trans e LGBTQIAPN+ em todos os espaços. O ANDES-SN marchou pelo seu projeto de educação, que é antirracista, feminista, é um projeto que apoia a comunidade trans. Vocês sabem por que janeiro é o mês da visibilidade trans? No dia 29 de janeiro de 2004, pela primeira vez, uma comitiva de pessoas trans veio a Brasília lançar, no Congresso Nacional, a campanha ‘Travesti em Respeito’. Naquele momento, o governo convidou a gente para vir e lançar a campanha. Hoje, não. Neste domingo a gente ocupou Brasília, exigindo nossos direitos, exigindo cidadania. Vamos seguir na luta. Brasil soberano é Brasil sem transfobia. O Sindicato Nacional está nessa luta”, reforçou Letícia.

Representando a ADUFC, a Prof.ª Luma Andrade (UNILAB) participou da agenda de mobilização em Brasília: esteve tanto na Marsha quanto no lançamento do Dossiê Antra 2026 sobre dados da violência transfóbica no Brasil e do Seminário sobre Educação OAB Diversidade, que ocorreram entre os dias 25 e 27 de janeiro. A professora destacou a importância do movimento sindical na luta pelo direito das pessoas trans.

“A visibilidade trans no Brasil proporciona uma reflexão às pessoas que fazem as universidades, em especial professoras/es, no sentido de tornar estes espaços de fato democráticos com o acesso, permanência e sucesso da população de travestis, transexuais (mulheres e homens trans) respeitando suas diferenças. Não existe universidade democrática com transfobia”, afirmou.

A 3ª Marsha Trans Brasil integrou as atividades do Mês da Visibilidade Trans e rememorou a trajetória de resistência do movimento trans no país. A manifestação homenageia Marsha P. Johnson, mulher trans negra e uma das principais figuras da Revolta de Stonewall, marco histórico do movimento LGBTQIAPN+. Seu legado de luta e coragem segue inspirando a mobilização por um Brasil verdadeiramente soberano, com educação pública, diversa e sem transfobia.

*Com informações do ANDES-SN

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