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7 DE SETEMBRO – ADUFC reforça luta por justiça social e defesa da educação em ato do Grito dos Excluídos, em Fortaleza

A ADUFC disponibilizou um ônibus para docentes filiados participarem do ato, que percorreu as ruas do Barroso e da Messejana (Fotos: Nah Jereissati/ADUFC)

A ADUFC saiu às ruas ontem (7) em mais uma edição do Grito dos Excluídos e das Excluídas, numa caminhada rumo à Praça da Matriz de Messejana, em Fortaleza. O tradicional evento de 7 de setembro reuniu entidades sindicais, movimentos populares e organizações sociais em defesa de justiça social como norte para um país soberano. Os manifestantes também prestaram solidariedade às mães e aos familiares das vítimas da Chacina do Curió, de novembro de 2015, após a absolvição de oito policiais, em julgamento no último 6 de setembro, acusados de envolvimento nas 11 mortes ocorridas em Fortaleza. 

A participação da ADUFC na caminhada reforça o compromisso com uma universidade pública, popular e inclusiva, que acolha os filhos e filhas da classe trabalhadora e que se consolide como instrumento democrático e de equidade social. “Nós, que somos das lutas pela educação, contra toda exclusão educacional e pela inclusão tanto no ensino básico como no ensino superior, lutamos pela educação pública, gratuita, socialmente referenciada e para que a universidade pública se democratize e inclua a todos”, destacou a presidenta da ADUFC, Profª. Irenísia Oliveira, que esteve na manifestação ao lado de outros professores e professoras. O Sindicato disponibilizou um ônibus para docentes filiados participarem do ato, que percorreu as ruas do Barroso e da Messejana. 

O ato do Grito ocorreu em diversos estados do país. Em cada localidade, os grupos agregaram outras pautas e lutaram por causas que impactam suas comunidades. Com o mote comum “Você tem fome e sede de quê?”, os manifestantes pediram alimentação digna para todas e todos. A marcha contou com cinco eixos principais de reivindicação: políticas públicas; democracia e soberania; violências estruturais, patriarcado, machismo e racismo; povos originários; e desigualdade, economia e justiça social. No ato de Fortaleza, houve arrecadação de alimentos não-perecíveis para distribuição a populações vulneráveis.

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