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SUCATEAMENTO NA UFC – Matérias do jornal O POVO denunciam infraestrutura precária na FADIR; ADUFC cobra respostas da reitoria

(Foto: CCSMI/UFC)

O jornal O POVO publicou matérias nesta semana denunciando a situação precária da infraestrutura da Faculdade de Direito da UFC (FADIR) e a dificuldade de diálogo com a reitoria. Após romper com o diretor da FADIR, Maurício Benevides, ex-aliado da intervenção, Cândido Albuquerque passou a negar e ignorar as demandas da Faculdade. É o que explica as notícias do O POVO de quarta (28) e quinta-feira (29), dia em que houve uma reunião convocada por Benevides para debater os problemas do Curso, como o risco de desabamento do telhado. Participaram docentes, servidores técnicos e estudantes. A Diretoria da ADUFC enviou um ofício hoje (30) à reitoria e à direção da Faculdade de Direito solicitando informações sobre diagnóstico e providências urgentes para garantir a segurança da comunidade acadêmica.

De acordo com o diretor da FADIR, foi solicitada à reitoria em 2021 a liberação de cerca de R$ 746 mil para uma obra de reforma do telhado da faculdade. Em ofício de 22 de junho, o diretor reforçou o pedido e destacou inclusive o risco de “queda de despojos” e até de “desabamentos” por conta de infiltrações antigas. Em outra série de ofícios, Benevides cobrou o lançamento de edital para um concurso para professor da instituição, que estaria atrasado mesmo após ter sido aprovado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) da UFC há quase três meses.

ADUFC denunciou sucateamento da universidade em série de reportagens

No primeiro semestre de 2022, a ADUFC publicou uma série de reportagens denunciando o sucateamento em diferentes campi da Universidade Federal do Ceará. A equipe de comunicação do Sindicato percorreu, ao longo de várias semanas, diversas unidades acadêmicas da UFC, em Fortaleza, e conversou com professores, servidores técnico-administrativos e estudantes sobre problemas estruturais da instituição. A ADUFC visitou canteiros de obras abandonadas, prédio histórico com risco de desabamento e blocos didáticos desativados e encontrou pestes de cupim em várias unidades acadêmicas e até mesmo ratoeiras em um departamento do Campus do Pici. Todo esse cenário comprova o abandono da universidade nos últimos anos.

Questionada sobre o sucateamento da instituição, a intervenção na UFC optou sempre por manter uma postura raivosa ao longo dos últimos quatro anos, minimizando e escondendo o abandono da universidade e a falta de recursos imposta no governo Bolsonaro. A narrativa apresentada pelo interventor em seus ataques disfarçados de “comunicados” não condizem com a realidade de quem vivencia a UFC. À época da publicação das matérias especiais da UFC, Cândido Albuquerque assegurou, em texto com viés publicitário, que inúmeras obras paralisadas foram “replanejadas, retomadas, melhoradas e entregues para o uso e benefício de toda a comunidade acadêmica”. Uma rápida visita aos campi revela o abismo entre os releases divulgados pela Reitoria e a real situação da universidade.

+ Acesse matéria publicada no O POVO sobre a FADIR

+ Leia a série de reportagens da ADUFC sobre o Sucateamento na UFC:

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